quinta-feira, 16 de junho de 2011
Luta contra pacote do Tarso na TV! Ou retira o pacote ou paramos o estado!
Ato em Brasília de servidores públicos, profissionais da Educação e diversas categorias reúne mais de 10 mil


• Servidores públicos federais, profissionais da Educação e diversas outras categorias, mais uma vez, mostraram a força do movimento. O ato marcado pela unidade reuniu mais de 10 mil pessoas em Brasília, segundo informações dos organizadores. A marcha ocorre no momento que diversas categorias do serviço público se mobilizam por reajuste salarial e melhorias na qualidade de trabalho.
A passeata saiu por volta das 10h30 da Catedral e seguiu em direção ao MPOG (Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão).
A CSP-Conlutas esteve presente com representações de delegações vindas de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Goiás, entre outras regiões.
O ato organizado pelas entidades dos servidores públicos e da educação contou com a participação de sindicatos nacionais, confederações e federações como, Condsef, Fenasps, Assibege, Sinasef, Fenajufe, além dos trabalhadores das Universidades Federais em greve, organizados pela Fasubra. O Andes também esteve presente e exigiu, entre outras reivindicações, 10% do PIB para educação já!
Uma delegação representando 30 entidades de servidores se reuniu com o secretário de Recursos Humanos, Duvanier Paiva, para retomar a discussão sobre as negociações entre governo e servidores públicos federais.
As propostas apresentadas pelas entidades são a retirada da pauta de votação no Congresso do PL (Projeto de Lei) 248, que trata da avaliação de desempenho, o PL 549, que prevê o congelamento salarial dos servidores e o MP 520, que representa a privatização da saúde.
Um manifesto foi entregue em nome de todas as entidades, inclusive da CSP-Conlutas, exigindo um posicionamento sobre a pauta de reivindicações da categoria apresentada em abril e a reabertura de negociações com os trabalhadores da Fasubra em greve.
CSP-CONLUTAS |
• Servidores públicos federais, profissionais da Educação e diversas outras categorias, mais uma vez, mostraram a força do movimento. O ato marcado pela unidade reuniu mais de 10 mil pessoas em Brasília, segundo informações dos organizadores. A marcha ocorre no momento que diversas categorias do serviço público se mobilizam por reajuste salarial e melhorias na qualidade de trabalho.
A passeata saiu por volta das 10h30 da Catedral e seguiu em direção ao MPOG (Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão).
A CSP-Conlutas esteve presente com representações de delegações vindas de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Goiás, entre outras regiões.
O ato organizado pelas entidades dos servidores públicos e da educação contou com a participação de sindicatos nacionais, confederações e federações como, Condsef, Fenasps, Assibege, Sinasef, Fenajufe, além dos trabalhadores das Universidades Federais em greve, organizados pela Fasubra. O Andes também esteve presente e exigiu, entre outras reivindicações, 10% do PIB para educação já!
Uma delegação representando 30 entidades de servidores se reuniu com o secretário de Recursos Humanos, Duvanier Paiva, para retomar a discussão sobre as negociações entre governo e servidores públicos federais.
As propostas apresentadas pelas entidades são a retirada da pauta de votação no Congresso do PL (Projeto de Lei) 248, que trata da avaliação de desempenho, o PL 549, que prevê o congelamento salarial dos servidores e o MP 520, que representa a privatização da saúde.
Um manifesto foi entregue em nome de todas as entidades, inclusive da CSP-Conlutas, exigindo um posicionamento sobre a pauta de reivindicações da categoria apresentada em abril e a reabertura de negociações com os trabalhadores da Fasubra em greve.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Ato público exigindo a retirada do pacote do Tarso!
Hoje dia 14/06 os educadores do estado, em todos os cantos deram o recado: Ou o Tarso retira o pacote ou Estado vai parar!
Passamos o dia na praça da Matriz em Porto Alegre, onde realizamos uma vigília com ocupação da assembleia legislativa pela manhã e a tarde os núcleos 38, 39, 22 e 14, respectivamente Porto Alegre, Gravataí e São Leopoldo, organizaram uma assembleia com informes sobre o pacote do Tarso e avaliações sobre os rumos de nossa mobilização. A assembleia tirou como indicativo a realização de greve, para a assembleia geral do dia 22, assim que o pacote for a votação.
Os educadores reafirmaram sua disposição de luta e vão organizar uma greve que vai derrotar o pacote do Tarso.
Vamos garantir nossa previdência pública e não aceitaremos nenhum calote nas RPVs.Ou Tarso retira o pacote ou a greve dos educadores na praça vai derrotá-lo!!!!!!!!
sábado, 11 de junho de 2011
IMPEACHMENT - DA PREFEITA RITA EM GRAVATAÍ
Agregando valor
A comparação de um aspecto da economia é inevitável, para tentar entender o que esta acontecendo em Gravataí. Na economia um produto se torna mais rentável quanto maior for sua transformação, assim é mais rentável vender o suco do que vender a laranja. O interessante não é vender o produto in natura, mas agregar valor ao produto, ou seja, transformando a laranja em um produto mais industrializado ou processado porque assim o produto terá um valor maior e em decorrência será maior a vantagem adquirida.
Em Gravataí acompanharemos um processo de impeachment, contra a prefeita Rita Sanco PT, as acusações vão desde prevaricação, passando por renegociações mal feitas até o fechamento de uma escola municipal. A votação na câmara foi de 10X4, só votou a favor do governo quatro vereadores do PT, apesar do partido ter cinco vereadores na casa.
Antes de começar a sessão, que votou a abertura do processo, os vereadores dos partidos, que dão sustentação aos governos do PT no estado e no país, foram procurados para votar com o governo municipal, já que estão em secretarias no governo Tarso e nos ministérios da Dilma, ou seja, o PP, PTB, PSB e o PMDB, também como vice da Dilma, integram governos petistas. Isso não significa que por isso, podem fechar os olhos para as irregularidades, até porque uma, das duas funções do vereador, é fiscalizar o executivo.
Assim a comparação com a economia se faz necessária. Existe de fato interesse em investigar o que quer que seja? Ou está em jogo mais uma manobra dos partidos, buscando valorizar e aumentar sua participação nos governos que já integram, tirando vantagem da situação?
Não defendo o governo Rita, não faço coro com seus apoiadores, no entanto se faz necessário entender o que acontece a luz da realidade das atuais composições políticas, pois apesar das disputas municipais, do ano que vem, existe um movimento consciente em buscar ampliar a participação de determinados partidos no governo Tarso ou Dilma, porque seria um escândalo aceitar secretarias no governo da Rita.
Portanto a população é que têm que decidir sobre os rumos da política de Gravataí, os vereadores estão só buscando agregar valor as suas agremiações, a votação que iniciou o processo não irá se repetir. Os próximos dias serão reveladores, começou a cotação dos produtos, hoje ainda está em baixa, mas como bons negociantes a hora é esperar o melhor momento para vender o produto.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
S.O.S BOMBEIROS RJ - Indomáveis Leões: NÃO SOMOS BANDIDOS, SOMOS HERÓIS, SOMOS BOMBEIROS,...
S.O.S BOMBEIROS RJ - Indomáveis Leões: NÃO SOMOS BANDIDOS, SOMOS HERÓIS, SOMOS BOMBEIROS,...: "'Tudo que o mal precisa é que apenas alguns homens bons, deixem de fazer o que deveriam. Nunca desistam de seus ideais.' Prendeu um, prend..."
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Mais um fenômeno intrínseco ao capitalismo: o bullying
Ganha força nas escolas campanhas contra o bullying, no entanto, para a compreensão sobre mais este problema, que vivemos nas escolas, temos que entender sua origem, ou seja, conhecer sua gênese é fundamental para apontar políticas. E a primeira constatação é identificar que as escolas reproduzem a ideologia dominante, reproduzem a lógica que se constrói nas relações de produção capitalista. Portanto temos partir da percepção sobre a dinâmica da sociedade em que vivemos, pois esse fenômeno é uma forma de opressão, uma constante, na atual sociedade que busca o lucro e que estimula a competição, que vive da exploração e que alimenta o individualismo.
Vivemos em uma sociedade que se baseia na busca do lucro, o resultado é um processo econômico que precisa criar necessidades para dar conta do excesso produzido, gerando lucros cada vez maiores. Para manter a lucratividade em alta é necessário produzir mercadorias descartáveis, isto é, limitar a quantidade de tempo que este produto vai ser necessário. Esses dois fatores mantêm os lucros gigantescos, na medida em que se cria uma ideologia em que os indivíduos precisam aproximar-se cada vez mais de um padrão social para ser “aceito”.
No entanto, o lucro não reside no resultado, do que se acumulou, com as vendas dos produtos, mas sim no trabalho humano, que produziu determinada mercadoria e que não foi recompensado, o que Marx identificou como mais-valia. É na apropriação da mais-valia por parte dos donos dos meios de produção, que reside o lucro. É o trabalho humano que produz a riqueza e não a venda das mercadorias.
Agora, esta apropriação indevida se mantém através do estímulo a competição, pois a cooperação entre as pessoas vai tencionar esta lógica de apropriação indevida de riqueza, portanto quanto mais competitiva for à sociedade maior será a divisão entre os trabalhadores, contribuindo para a continuidade da exploração.
O bullying, o racismo, a homofobia, o machismo, entre outros fenômenos, são características desta sociedade que se mantém através da opressão de um grupo sobre outro. Em nossa sociedade os setores sociais ricos e ou dominantes são poucos em relação à grande maioria da população trabalhadora, a pirâmide social tem no topo poucos setores, que se mantém porque criam estas falsas ideologias que dividem os trabalhadores e o povo pobre.
A sociedade capitalista criou-se dentro de uma estrutura vertical, onde há os que têm e os que não têm. Então, os que têm passaram a ser os bons, aqueles que sabem, e a escola reproduz as relações de um sistema social vertical, que não condiz com a conscientização para superação do próprio sistema, se tornando terreno fértil para ideologias e fenômenos nocivos aos trabalhadores e seus filhos.
Portanto, um dos caminhos ao combate para mais esta opressão, o bullying, passa pela construção de um ambiente escolar que não se paute pela competição, onde a cooperação seja estimulada, onde os saberes não sejam só transferidos do alto para baixo e sim construídos em um processo de aprendizagem que envolva todos os segmentos da escola e onde a luta pela estrutura escolar e a valorização dos profissionais seja comum a tod@s. E que a indignação não seja sufocada com a "paz" dos dominantes.
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