terça-feira, 7 de setembro de 2010

Protesto da escola Santa Rita na Avenida Brasil

Os candidatos majoritários do PSTU estiveram hoje em Gravataí, Julio Flores e Vera Guasso, participaram comigo e com a militância do partido na divulgação de nossas propostas junto à população que se aglomerou para assistir ao desfile das escolas.

SIM A ESCOLA TÉCNICA; NÃO AO FECHAMENTO DO SANTA RITA!

O dia ensolarado trouxe para a Avenida Brasil uma multidão. Julio e Vera foram reconhecidos por muita gente e não é para menos estão sempre na luta junto aos trabalhadores. Também recebi muitas manifestações de apoio de colegas e de estudantes.
Mas como o dia também é de protesto e de luta, a discussão continua sendo a tentativa da prefeitura do PT de querer fechar uma escola municipal.
Segundo a prefeitura, para receber uma escola técnica federal é preciso usar o prédio da escola Santa Rita, que abriga estudantes de ensino fundamental e é a única escola municipal de ensino médio na cidade.
A comunidade não aceita o fechamento da escola, já manifestou disposição para lutar várias vezes e reforçou isso na avenida com suas faixas. A escola entrou na avenida usando preto e apresentou faixas que exigiam a permanência da escola e denunciavam a falta de participação no projeto da escola técnica. 


Vergonhosamente a prefeitura queria trocar na última hora a entrada da escola na avenida, fazendo a escola ser a última. A tentativa da prefeitura de esconder a revolta da comunidade não deu certo, primeiro a escola não aceitou a manobra e ainda distribuiu uma carta aberta denunciando as mentiras da prefeitura do PT sobre a escola técnica. A carta aberta listou oito mentiras, entre elas  uma dizia da participação da comunidade nas assembleias com uma média de trezentos pais. Ao contrário do que afirma a prefeitura de que a revolta é isolada. A prefeitura está tentando fragilizar uma luta justa e que tem envolvimento de toda a COHAB e de outros setores da cidade.

Nós estamos juntos nesta luta, queremos a escola técnica, mas não aceitamos o fechamento da escola Santa Rita.
Esta semana em um programa eleitoral eu vou defender a escola e entre outras coisa vou comparar Rita Sanco, atual prefeita do PT, com a Yeda que também fechou escolas.
Nossas candidaturas estão a serviço das reivindicações dos trabalhadores e a defesa da escola pública já faz parte das nossas lutas no dia a dia.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O BRASIL NÃO É UM PAIS INDEPENDENTE


Nós do PSTU consideramos o dia da Independência como um dia de luta, pois o Brasil não é um país independente. Após a independência política formal, outras formas de dominação e dependência surgiram e se mantém até hoje. Portanto não temos por que comemorar algo que não existe.


As políticas adotadas por Lula são ditadas pelo imperialismo, que segue a risca a cartilha neoliberal iniciada com Collor e depois FHC, que entrega as riquezas do Brasil, as privatizações são um exemplo disso, como a venda da Vale do Rio Doce.
 
Outro exemplo é o pagamento das dívidas externa e interna. Apesar de falar que o Brasil “rompeu com o FMI”, Lula continuou pagando a dívida e agora ficará, provavelmente para Dilma, aplicar todas as reformas exigidas pelo imperialismo, como a previdenciária. 

O pagamento das dívidas determina a implementação de um plano econômico que mantém baixos os salários dos trabalhadores. Para não aumentar os salários, o governo do PT repete as mesmas desculpas dos governos tucanos. Diz que o governo não tem dinheiro para pagar os aposentados e que as despesas da Previdência são maiores que as receitas. Não haverá independência enquanto não nos livrarmos das amarras de uma dívida ilegítima e do imperialismo.

Temos muito ainda o que fazer para atingirmos a verdadeira independência, para tornar nosso país soberano e  a altura para adotar políticas que atendam a população nas suas reivindicações mais urgentes.

O fato é que a independência do Brasil ainda não foi feita. A independência política formal não acabou com nossa subordinação aos grandes centros do capitalismo.

sábado, 4 de setembro de 2010

AJUDE NA CAMPANHA ELEITORAL

Ajude a campanha do professor Manoel


Estamos entrando no último mês da campanha eleitoral. Nossa campanha tem poucos recursos e é feita por pessoas que acreditam na mudança, homens, mulheres e juventude, conscientes de seu papel na construção da sociedade do futuro, uma sociedade melhor para se viver, onde as pessoas tenham trabalho, acesso a saúde e educação de qualidade, possam ter mais tempo para conviver com seus familiares e desenvolver suas aptidões e onde a democracia seja exercida plenamente.
A construção desta sociedade também passa por apoiar as nossas candidaturas, o voto nos candidatos do PSTU é um voto que fortalece nossa classe trabalhadora.

Você pode ajudar de diversas formas:

Divulgando nossas candidaturas na internet;
Distribuído nossos panfletos para sua família e conhecidos;
Participando de panfletagens;
Colocando uma faixa na sua casa;
Pintando o muro da casa;
Usando nosso adesivo;
Mandando recados no e-mail e Orkut;
Organizando uma reunião com colegas ou familiares para ouvir nossas propostas;

Preciso de sua ajuda na campanha, ajude como puder, toda e qualquer iniciativa é muito importante, entre em contato que levo os materiais até você.

Deixe recado aqui no blog, no Orkut, ou então ligue 3490-6098 ou 986-45816.

Na luta por um mundo sem exploração e com igualdade de condições, o socialismo.

Grande abraço!




sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Haiti

FESTA DO PSTU, PARA ESQUENTAR A RETA FINAL DA CAMPANHA!

Daqui a duas semanas, dia 17/09, nós do PSTU queremos você na festa das candidaturas do partido. Será um momento de podermos juntos, fortalecer as candidaturas do partido na reta final da campanha eleitoral. Venha conhecer um pouco mais nossos candidatos(as), nosso partido e nossa militância.
Venha conversar com o Júlio Flores, candidato ao governo, com a Vera Guasso nossa candidata ao senado, com a Andréia a nossa deputada estadual e comigo e demais candidatos do PSTU.
O PSTU é um partido inserido nas lutas das categorias da qual seus militantes fazem parte, mas para além das lutas específicas de determinada categoria, somos uma organização que está construindo a possibilidade de uma mudança radical na sociedade.
Defendemos uma sociedade socialista, uma nova sociedade que o protagonista das decisões políticas e econômicas será a classe trabalhadora. Mas o partido será só um instrumento para ajudar nesta mudança, venha fazer parte desta construção, participe da nossa organização, venha ajudar construir a única saída possível para resolver os problemas da nossa classe trabalhadora, o socialismo.

                              “Todas as revoluções são impossíveis, até se tornarem inevitáveis.”
                                                                                                                         Leon Trotsky


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

PLEBISCITO PELO LIMITE DA PROPRIEDADE DA TERRA


• Várias entidades dos movimentos sociais brasileiros que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, como o MST, a CNBB e outros setores ligados à Igreja Católica estão organizando na semana da pátria, de 1º a 7º de setembro, um plebiscito nacional pelo limite da propriedade da terra. Duas perguntas constam nas cédulas desta campanha:


1) Você concorda que as grandes propriedades de terra no Brasil devem ter um limite máximo de tamanho? 

2) Você concorda que o limite das grandes propriedades de terra no Brasil possibilita aumentar a produção de alimentos saudáveis e melhorar as condições de vida no campo e na cidade? 

A campanha chama todos a votarem sim nas duas perguntas.

Além do plebiscito, a campanha inclui um abaixo-assinado que tem o objetivo de mobilizar os movimentos sociais para apoiar uma Emenda Constitucional que prevê que, para uma terra cumprir sua função social, ela precisa ter um limite máximo territorial de 35 módulos fiscais. O módulo fiscal é um medidor que varia de região para região, sendo que, no mínimo, um módulo fiscal equivale a 5 hectares (regiões urbanas) e no máximo a 110 hectares (região amazônica).

Embora uma propriedade rural média seja calculada hoje em até 15 módulos fiscais, a campanha definiu exigir um limite superior, de 35 módulos fiscais. A partir deste limite, a propriedade poderia ser desapropriada, mesmo que seja considerada legalmente produtiva, e incorporada automaticamente ao patrimônio público.

A reivindicação da campanha, ainda que limitada (pois caso ela fosse atendida ainda se manteriam grandes propriedades), é uma oportunidade de discutir com a classe trabalhadora e a juventude brasileira a necessidade urgente da reforma agrária no Brasil. 

Qualquer proposta que busque limitar a propriedade da terra no Brasil é uma reivindicação progressiva e que objetivamente se enfrentaria com o latifúndio, a burguesia e seus governos. Por isso a grande imprensa, o agronegócio e o governo Lula se opõem tão veementemente à proposta levantada neste plebiscito.

Nossa proposta é levar as urnas do plebiscito aos locais de trabalho, de estudo e para os bairros operários e populares, como uma forma de abrir a discussão com os trabalhadores e o conjunto dos explorados e oprimidos sobre a necessidade de fortalecer ainda mais a luta por uma reforma agrária radical e sob o controle dos trabalhadores.

Um reforma agrária que realmente enfrente e exproprie sem indenização o latifúndio e seja controlado pelos trabalhadores só será conquistada com muita luta. Só devemos confiar na força da nossa organização e mobilização para arrancar esta conquista histórica. Não será através de uma mera concessão de um governo como o de Lula, que sempre governou aliado aos grandes empresários do agronegócio, e nem através da Legislação burguesa, votada em um Congresso Nacional formado em sua esmagadora maioria por políticos burgueses e corruptos, que vamos conquistar a reforma agrária que queremos.

Vamos chamar os trabalhadores e a juventude a participarem do plebiscito como mais uma forma de ampliar a discussão e a mobilização por uma reforma agrária que rompa com os limites estabelecidos pela legalidade burguesa. Somente com a força da luta e a organização dos trabalhadores rurais sem-terra foi possível obter os mínimos avanços na reforma agrária em nosso país. 

Nossa proposta de reforma agrária

O PSTU propõe que uma das primeiras medidas de um governo realmente dos trabalhadores e socialista seja a nacionalização e a estatização sem indenização do latifúndio, dominado hoje majoritariamente pelo agronegócio e as grandes redes de supermercados, com grande participação do capital transnacional.

A única possibilidade de uma reforma agrária que realmente exproprie o latifúndio se dará através da ruptura com o sistema capitalista. Não podemos confiar que um setor chamado “progressista” da burguesia vá garantir de fato a reforma agrária em nosso país.

Nossa proposta é substituir as grandes propriedades privadas, através de sua expropriação sem indenização, por fazendas estatais baseadas na produção coletiva, onde os trabalhadores produzam os alimentos necessários para matar a fome do povo pobre brasileiro, controlando sua produção e a administração do fruto do seu trabalho.

Defendemos ainda, que este modelo de reforma agrária e de propriedade do campo devam ser construídos pelos próprios sem-terras, definidos democraticamente por estes trabalhadores.

PSTU - Vote no plebiscito da terra


Zé Maria no rio grande e o plebiscito da terra, limites pra quem não tem limites!

Hoje o candidato à presidência do PSTU, Zé Maria, estará no estado defendendo um programa socialista para o Brasil!